PALESTINOS CONTRA JUDEUS , UMA GUERRA SEM FIM
Após a derrota do Império Turco-Otomano na Primeira Guerra Mundial em 1916, a Palestina passou a ser controlada pela Inglaterra. Em 1922 a Liga das Nações - que deu origem a ONU - já pensava em criar um estado judeu, até então apenas uma idéia.
Com a chegada da Segunda Grande Guerra Mundial e o delírio de Hitler em construir um império mundial, deu-se a oportunidade da criação do Estado Judeu. Para os alemães, eliminar os judeus era uma questão de sobrevivência financeira.
Depois da derrota de Hitler e do eixo, as Nações Unidas propõem a divisão da Palestina em um estado palestino e outro israelense. A União Soviética e os países árabes foram contra a medida que entrou em vigor no dia 14 de maio de 1948. Logo em seguida Egito, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria entram em guerra contra o recém criado Estado de Israel. Foram derrotados alguns meses depois, graças ao financiamento militar dos EUA, aliados incondicionais dos israelenses.
O problema mais grave da divisão territorial que fundou Israel é o fato dos palestinos terem sido divididos em duas porções de terra - Faixa de Gaza e Cisjordânia - tendo Israel no meio. Outro fator é a divisão da cidade de Jerusalém que tem uma parte administrada por muçulmanos e outra por judeus. Mas a guerra vai além da divisão de terras, ela entra no controle de água e claro, na disputa religiosa.
Hoje os israelenses judeus controlam o segundo exército mais moderno do planeta. Eles impõem aos palestinos o mesmo tipo de atrocidades que Hitler impôs aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Matam suas crianças, fecham fronteiras impedindo que água, alimentos e remédios cheguem às mãos dos moradores da Faixa de Gaza e utilizam uma força muito superior contra um povo desarmado.
Infelizmente as pessoas continuam fazendo a guerra em nome de Deus, matando crianças, mulheres e inocentes.
Os judeus e palestinos comuns querem paz, quem não quer são os radicais de ambos os lados.
Por Cínthia Ribeiro
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Árabes Palestinos x Judeus
O conflito entre judeus e árabes na Palestina é causado sim por motivos religiosos. Os judeus entendem que a Palestina lhes foi dada por Deus há quatro mil anos atrás -- quando Deus a deu a Abraão -- e que eles têm direito sobre ela . Eles pretendem reconstruir lá o Templo de Salomão na colina de Sion, onde os árabes construíram a mesquita de Omar. Então, eles não lutam por ouro ou petróleo, mas um lugar, uma colina: Sion.
Normalmente, os árabes palestinos são maometanos, embora haja alguns poucos cristãos.
No século XIX, o nacionalismo pregado pela Revolução Francesa afirmava que toda nação tinha direito a se constituir em estado.
O presidente Monroe dos Estados Unidos cunhou então a famosa farse: "A América para os americanos". Com isso ele pretendia favorecer a independência das colonias hispano-portuguesas da América. Porém, desse slogan, Hitler tirou a conclusão de que a Alemanha devia ser dos alemães. E disso nasceu a Segunda Guerra Mundial, pois Hitler se considerava no direito de anexar qualquer lugar onde se falasse alemão.
Os judeus, por sua vez, liderados por Theoro Herzl concluíram que se a América era dos americanos e a alemanha dos alemães, a Judéia tinha que ser dos judeus.
Ele fundou então o movimento sionista que pretendia reconstruir o estado de Israel.
Os sionistas foram ajudados por Hitler como conta Hannah Arendt, no livro Eichman em Jerusalém, por que viam neles nacionalistas como eles.
Em 1948, os sionistas constituiram o estado de Israel na Palestina, o que causou a primeira guerra deles com os árabes. Depois vieram outras guerras, até hoje, com homens bomba e a ameaça iraniana de lançar bombas atômicas sobre Israel.

Por : Sarah Benevides
Normalmente, os árabes palestinos são maometanos, embora haja alguns poucos cristãos.
No século XIX, o nacionalismo pregado pela Revolução Francesa afirmava que toda nação tinha direito a se constituir em estado.
O presidente Monroe dos Estados Unidos cunhou então a famosa farse: "A América para os americanos". Com isso ele pretendia favorecer a independência das colonias hispano-portuguesas da América. Porém, desse slogan, Hitler tirou a conclusão de que a Alemanha devia ser dos alemães. E disso nasceu a Segunda Guerra Mundial, pois Hitler se considerava no direito de anexar qualquer lugar onde se falasse alemão.
Os judeus, por sua vez, liderados por Theoro Herzl concluíram que se a América era dos americanos e a alemanha dos alemães, a Judéia tinha que ser dos judeus.
Ele fundou então o movimento sionista que pretendia reconstruir o estado de Israel.
Os sionistas foram ajudados por Hitler como conta Hannah Arendt, no livro Eichman em Jerusalém, por que viam neles nacionalistas como eles.
Em 1948, os sionistas constituiram o estado de Israel na Palestina, o que causou a primeira guerra deles com os árabes. Depois vieram outras guerras, até hoje, com homens bomba e a ameaça iraniana de lançar bombas atômicas sobre Israel.

Por : Sarah Benevides
ISRAEL x PALESTINA
Desde então, a história de Israel, assim como a sua extensão territorial, tem girado em torno de conflitos com palestinos e nações árabes vizinhas.
O conflito israelo-palestino envolve a disputa dos dois povos pelo direito à soberania e pela posse da terra ocupada por Israel e pelos territórios palestinos. Teve início no século 19, quando judeus sionistas expressaram o desejo de criar um Estado moderno em sua terra ancestral e começaram a criar assentamentos na região, na época controlada pelo Império Otomano.
Tanto israelenses quanto palestinos reivindicam sua parte da terra com base na história, na religião e na cultura.
Os israelenses, representados pelo Estado de Israel, têm soberania sobre grande parte do território, que foi conquistado após a derrota dos árabes em duas guerras - o conflito árabe-israelense de 1948 e a Guerra dos Seis Dias, de 1967. Já os palestinos, representados pela Autoridade Nacional Palestina (ANP), querem assumir o controle de parte dos territórios e estabelecer um Estado Palestino soberano e independente.
Atualmente, as negociações esbarram na questão do governo palestino, que, liderado pelo movimento radical islâmico Hamas (que assim como o moderado Fatah possui braços armado e político) não reconhece o direito de existência de Israel. Após a vitória do Hamas (considerado pelos EUA e por Israel como um grupo terrorista) em 2006, a comunidade internacional iniciou um bloqueio financeiro à ANP que gera uma grave crise nos territórios palestinos.
Raylane de Paiva Bendôr Torres.
CONFLITO ISRAELO-PALESTINO '
O Oriente Médio, mais do que em outras localidades do globo, as mais encontradas são as econômicas, políticas, étnicas, religiosas, petróleo, água, cultura, terrorismo e tantas outras que tentam justificar tanta destruição, morte e extermínio.
Contrariamente ao senso comum, os conflitos entre judeus-israelenses e árabes-palestinos não surgiram apenas nos últimos anos, mas têm um histórico de mais de um século.
Durante a Segunda Guerra, houve movimentos militares anti-britânicos no Egito e no Iraque favoráveis à Alemanha, cujas tropas estavam avançando em direção ao Canal de Suez pelo Norte da África, chegando às portas de Alexandria, e pelas estepes da União Soviética, em direção aos poços de petróleo, no Cáucaso. Reprimidas as revoltas dos oficiais egípcios e iraquianos, os ingleses passaram a apoiar-se na população judia da Palestina, em cujo território instalaram bases operacionais e amplas instalações de recondicionamento de tanques e artilharia, destroçados pelos blindados alemães do General Rommel. Ademais, criaram uma Brigada Judaica, para serviços de suporte às tropas combatentes no Norte da África.Terminada a guerra e reveladas as dimensões apocalípticas do Holocausto, a pressão da opinião pública mundial e sobretudo, da americana, levaram a Assembléia Geral da ONU a aprovar em 1947 um plano de partilha da Palestina, em um Estado judeu e outro palestino. na “guerra dos seis dias” deu origem a um movimento de irredentismo e ações de terrorismo por parte dos palestinos, apoiados com armas e recursos financeiros pelos países árabes, mas que não se dispuseram a acolher e integrar os refugiados.
durante muitos anos e ainda hoje há vários e vários conflitos -
cresce a onda de protestos no mundo árabe, levando milhares às ruas marchando, gritando palavras de ordem contra Israel e os EUA. Esses movimentos são dificilmente controlados pelos respectivos governos, criticados por sua passividade, enquanto aumenta diariamente o número de voluntários dos grupos radicais palestinos e árabes em geral.
Israel voltou a ser paria no cenário internacional, perdendo não somente a simpatia de países amigos, mas recebendo ameaças de sanções econômicas da União Européia – seu maior parceiro comercial.A situação é tão desesperadora que os líderes da oposição israelense chegaram a propor algo inimaginável até há pouco tempo atrás: a criação, à semelhança de que foi feito nos Bálcãs nos anos 90, de um protetorado internacional para os territórios ocupados, para restaurar a calma, até a definição final de seu status e futuro.Por enquanto, as duas lideranças não parecem inclinadas a aceitar tal proposta – os israelis alegam que tal movimento significaria uma vitória dos “terroristas”, enquanto os palestinos afirmam que seria uma derrota da luta pela independência.
Contrariamente ao senso comum, os conflitos entre judeus-israelenses e árabes-palestinos não surgiram apenas nos últimos anos, mas têm um histórico de mais de um século.
Durante a Segunda Guerra, houve movimentos militares anti-britânicos no Egito e no Iraque favoráveis à Alemanha, cujas tropas estavam avançando em direção ao Canal de Suez pelo Norte da África, chegando às portas de Alexandria, e pelas estepes da União Soviética, em direção aos poços de petróleo, no Cáucaso. Reprimidas as revoltas dos oficiais egípcios e iraquianos, os ingleses passaram a apoiar-se na população judia da Palestina, em cujo território instalaram bases operacionais e amplas instalações de recondicionamento de tanques e artilharia, destroçados pelos blindados alemães do General Rommel. Ademais, criaram uma Brigada Judaica, para serviços de suporte às tropas combatentes no Norte da África.Terminada a guerra e reveladas as dimensões apocalípticas do Holocausto, a pressão da opinião pública mundial e sobretudo, da americana, levaram a Assembléia Geral da ONU a aprovar em 1947 um plano de partilha da Palestina, em um Estado judeu e outro palestino. na “guerra dos seis dias” deu origem a um movimento de irredentismo e ações de terrorismo por parte dos palestinos, apoiados com armas e recursos financeiros pelos países árabes, mas que não se dispuseram a acolher e integrar os refugiados.
durante muitos anos e ainda hoje há vários e vários conflitos -
cresce a onda de protestos no mundo árabe, levando milhares às ruas marchando, gritando palavras de ordem contra Israel e os EUA. Esses movimentos são dificilmente controlados pelos respectivos governos, criticados por sua passividade, enquanto aumenta diariamente o número de voluntários dos grupos radicais palestinos e árabes em geral.
Israel voltou a ser paria no cenário internacional, perdendo não somente a simpatia de países amigos, mas recebendo ameaças de sanções econômicas da União Européia – seu maior parceiro comercial.A situação é tão desesperadora que os líderes da oposição israelense chegaram a propor algo inimaginável até há pouco tempo atrás: a criação, à semelhança de que foi feito nos Bálcãs nos anos 90, de um protetorado internacional para os territórios ocupados, para restaurar a calma, até a definição final de seu status e futuro.Por enquanto, as duas lideranças não parecem inclinadas a aceitar tal proposta – os israelis alegam que tal movimento significaria uma vitória dos “terroristas”, enquanto os palestinos afirmam que seria uma derrota da luta pela independência.
HAGTA VITÓRIA DA SILVA DE OLIVEIRA.
Conflito - árabes e israelenses
As tensões entre judeus e árabes começaram a emergir a partir da década de 1880 do século XIX, quando judeus provenientes da Europa começaram a emigrar, formando e aumentando comunidades judaicas na Palestina, quer por compra de terras aos otomanos, quer por compra direta a árabes proprietários de terrenos. Estabeleceram-se assim comunidades agrícolas nas terras históricas da Judeia e de Israel, que eram então parte do império otomano.
Assinado em janeiro de 1919, o Acordo Faysal-Weizmann promovia a cooperação árabe e judaica para o desenvolvimento de uma Terra de Israel na Palestina e uma nação árabe numa larga parte do Oriente Médio.
O líder religioso muçulmano Mohammad Amin al-Husayni opõs-se à ideia de transformar parte da região da Palestina num Israel, objetando a qualquer forma de Terra de Israel. Durante a década de 1920 do Século XX, as tensões aumentaram dando lugar a episódios de violência tais como as revoltas de Nebi Musa (1920) e as revoltas de Jaffa (1921). Para satisfazer os árabes e devido à inabilidade britânica para controlar a violência instalada no Mandato, foi criado, em todos os territórios a leste do rio Jordão, o semi-autônomo Emirado Árabe da Transjordânia (correspondente a cerca de 80% do território do Mandato). Apesar disso, a violência continuou a aumentar durante as décadas de 30 e 40, resultando em perdas de vidas em ambos os lados. Alguns dos fatos mais marcantes nesse período foram o Massacre de Hebron de 1929, as atividades da organização islâmica Mão Preta, a grande revolta árabe (1936-1939), os ataques realizados pelo grupo terrorista Irgun, os massacres como o de Ein al Zeitun e o atentado do Hotel Rei Davi em 1946.
Carolina Costa Melo =]
Assinado em janeiro de 1919, o Acordo Faysal-Weizmann promovia a cooperação árabe e judaica para o desenvolvimento de uma Terra de Israel na Palestina e uma nação árabe numa larga parte do Oriente Médio.
O líder religioso muçulmano Mohammad Amin al-Husayni opõs-se à ideia de transformar parte da região da Palestina num Israel, objetando a qualquer forma de Terra de Israel. Durante a década de 1920 do Século XX, as tensões aumentaram dando lugar a episódios de violência tais como as revoltas de Nebi Musa (1920) e as revoltas de Jaffa (1921). Para satisfazer os árabes e devido à inabilidade britânica para controlar a violência instalada no Mandato, foi criado, em todos os territórios a leste do rio Jordão, o semi-autônomo Emirado Árabe da Transjordânia (correspondente a cerca de 80% do território do Mandato). Apesar disso, a violência continuou a aumentar durante as décadas de 30 e 40, resultando em perdas de vidas em ambos os lados. Alguns dos fatos mais marcantes nesse período foram o Massacre de Hebron de 1929, as atividades da organização islâmica Mão Preta, a grande revolta árabe (1936-1939), os ataques realizados pelo grupo terrorista Irgun, os massacres como o de Ein al Zeitun e o atentado do Hotel Rei Davi em 1946.
Carolina Costa Melo =]
Umas causa do conflitos entre judeus e palestinos...
O conflito entre judeus e árabes na Palestina é causado sim por motivos religiosos. Os judeus entendem que a Palestina lhes foi dada por Deus há quatro mil anos atrás -- quando Deus a deu a Abraão -- e que eles têm direito sobre ela . Eles pretendem reconstruir lá o Templo de Salomão na colina de Sion, onde os árabes construíram a mesquita de Omar. Então, eles não lutam por ouro ou petróleo, mas um lugar, uma colina: Sion.
Normalmente, os árabes palestinos são maometanos, embora haja alguns poucos cristãos.
No século XIX, o nacionalismo pregado pela Revolução Francesa afirmava que toda nação tinha direito a se constituir em estado.
O presidente Monroe dos Estados Unidos cunhou então a famosa farse: "A América para os americanos". Com isso ele pretendia favorecer a independência das colonias hispano-portuguesas da América. Porém, desse slogan, Hitler tirou a conclusão de que a Alemanha devia ser dos alemães. E disso nasceu a Segunda Guerra Mundial, pois Hitler se considerava no direito de anexar qualquer lugar onde se falasse alemão.
Os judeus, por sua vez, liderados por Theoro Herzl concluíram que se a América era dos americanos e a alemanha dos alemães, a Judéia tinha que ser dos judeus.
Ele fundou então o movimento sionista que pretendia reconstruir o estado de Israel.
Os sionistas foram ajudados por Hitler como conta Hannah Arendt, no livro Eichman em Jerusalém, por que viam neles nacionalistas como eles.
Em 1948, os sionistas constituiram o estado de Israel na Palestina, o que causou a primeira guerra deles com os árabes. Depois vieram outras guerras, até hoje, com homens bomba e a ameaça iraniana de lançar bombas atômicas sobre Israel.
Por: Maria Alana da Silva Moreira
Normalmente, os árabes palestinos são maometanos, embora haja alguns poucos cristãos.
No século XIX, o nacionalismo pregado pela Revolução Francesa afirmava que toda nação tinha direito a se constituir em estado.
O presidente Monroe dos Estados Unidos cunhou então a famosa farse: "A América para os americanos". Com isso ele pretendia favorecer a independência das colonias hispano-portuguesas da América. Porém, desse slogan, Hitler tirou a conclusão de que a Alemanha devia ser dos alemães. E disso nasceu a Segunda Guerra Mundial, pois Hitler se considerava no direito de anexar qualquer lugar onde se falasse alemão.
Os judeus, por sua vez, liderados por Theoro Herzl concluíram que se a América era dos americanos e a alemanha dos alemães, a Judéia tinha que ser dos judeus.
Ele fundou então o movimento sionista que pretendia reconstruir o estado de Israel.
Os sionistas foram ajudados por Hitler como conta Hannah Arendt, no livro Eichman em Jerusalém, por que viam neles nacionalistas como eles.
Em 1948, os sionistas constituiram o estado de Israel na Palestina, o que causou a primeira guerra deles com os árabes. Depois vieram outras guerras, até hoje, com homens bomba e a ameaça iraniana de lançar bombas atômicas sobre Israel.
Por: Maria Alana da Silva Moreira
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Conflito entre Judeus e Palestinos ...
A polêmica atual entre o Estado de Israel e os palestinos, bem como entre Árabes e Judeus não é um problema étnico nem político, mas sim um problema religioso, pois o Deus do mundo Cristão e dos Judeus(Israel), conforme a própria Biblia, é o Deus de Israel e assim o mundo ocidental, eminentemente cristão, se vê na obrigação, pelos próprios principios, em defender este território. Mas até quando o mundo globalizado e organizado pela própria ONU permitirá que problemas de ordem religiosa se sobreponham a questões étnicas e politicas e assim permitir que o mundo continue assistindo tanta carnificina? Aliás, na concepção da essência do Ser Supremo que é Deus não se pode aceitar a ideia de que ele seja desse ou daquele povo, mas do homem em sua totalidade e acredito ser essa a visão e a mensagem que Jesus deixou a humanidade.
Achei bem legal esse pequeno trecho que fala um pouco sobre o conflito entre Judeus e Palestinos e além de deixar uma bonita mensagem para todos nós.
Por : Heloiza Dantas Sulczinscki
Achei bem legal esse pequeno trecho que fala um pouco sobre o conflito entre Judeus e Palestinos e além de deixar uma bonita mensagem para todos nós.
Por : Heloiza Dantas Sulczinscki
domingo, 15 de agosto de 2010
Tudo surgiu na Índia!
Várias coisas tiveram origem na Índia e até hoje são de extrema importância para nós.
• O sistema numérico foi inventado na Índia. De fato, o cientista Aryabhatta foi quem “descobriu” o zero;• O xadrez foi inventado na Índia – inicialmente era jogado por 4 jogadores, com 8 peças cada um, jogando 2 contra 2;
• Álgebra, Trigonometria e Cálculo são disciplinas que tiveram origem na Índia;
• O sistema decimal foi desenvolvido na Índia no ano 100 a.C.
A Índia também se mostra como um país que dá muito valor ao conhecido sistema de castas, sobre o qual falarei agora.
Embora tenha sido oficialmente extinto, o sistema de castas ainda faz parte da cultura hindu, embora tenha sido modificado no seu formato original. No sistema antigo, as pessoas eram divididas de acordo com sua posição social. Os grupos (castas) eram: brâmanes (religiosos e nobres), xatrias (guerreiros), vaixias (agricultores e comerciantes), sudras (escravos) e párias (sem castas).
Por Cínthia Ribeiro
Política
O presidente, na qualidade de chefe de Estado, exerce um papel principalmente protocolar, embora seja o comandante supremo das forças armadas e sua sanção seja necessária para que qualquer lei aprovada pelo parlamento entre em vigor. É eleito indiretamente por um colégio eleitoral para um mandato de cinco anos.
A chefia de governo é exercida por um primeiro-ministro, que concentra a maior parte dos poderes executivos. É nomeado pelo presidente, desde que conte com o apoio de um partido ou coalizão que tenha mais de 50% dos assentos da Câmara do Povo (a Câmara Baixa do parlamento).
O poder Legislativo da Índia é exercido pelo parlamento bicameral, que compreende a Rajya Sabha ou Câmara dos Estados (a Câmara Alta) e a Lok Sabha ou Câmara do Povo (a Câmara Baixa). A Câmara dos Estados compõe-se de 245 membros eleitos indiretamente pelas Assembleias Legislativas estaduais para mandatos não-coincidentes de seis anos. Cada estado envia representantes para a Câmara dos Estados com base na sua população. A Câmara do Povo compõe-se de 545 membros eleitos diretamente para mandatos de cinco anos (há pequenas exceções à eleição direta, no caso das antigas castas baixas e representantes anglo-indianos). A Câmara do Povo, nos termos do sistema parlamentarista, é o órgão político nacional por excelência, onde é formado o governo do país. Todos os ministros com pasta devem ser membros do parlamento. O sufrágio universal é garantido pela constituição para cidadãos maiores de 18 anos.
O poder Judiciário é formado pelo Supremo Tribunal, com jurisdição ordinária sobre controvérsias entre os estados e o governo federal e, em segunda instância, sobre os dezoito Tribunais Superiores do país. Também exerce o controle de constitucionalidade das leis federais e estaduais.
Por:Alessandro Igor
O Bloco Norte, em Nova Deli, uma das principais sedes dos escritórios governamenta |
Por:Alessandro Igor
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